terça-feira, 23 de janeiro de 2018

TEODORA DE BIZÂNCIO




      Nascida em Creta no século 6, Teodora emigrou para Constantinopla para fugir da miséria, onde começou a trabalhar em um prostíbulo ainda criança. Graças aos seus talentos e grande beleza, a jovem cobrava caro por seus serviços e, com apenas 19 anos de idade, já era dona de seu próprio bordel. No entanto, a beldade se converteu ao cristianismo, abandonando sua antiga profissão para se tornar uma fiandeira em um ateliê próximo ao palácio.
      Lá Teodora conheceu ao — então — príncipe Justiniano, que se apaixonou por ela. Os dois se casaram e, após o herdeiro se tornar Imperador, a jovem se transformou em Imperatriz. No entanto, ela não se esqueceu do passado, decretando uma série de leis em favor das mulheres e meretrizes, permitindo que elas pudessem se divorciar e possuir propriedades, além de impor a pena de morte aos acusados de violência sexual.
      Além disso, Teodora aboliu a escravidão sexual e abriu um convento no quais as ex-prostitutas podiam aprender novos ofícios para que pudessem sobreviver sem ter que exercer a antiga profissão.

FONTE: MEGACURIOSO

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

REIS E RAINHAS - HENRIQUE VIII




      Sem dúvidas, o Rei Henrique VIII é um dos mais lendários da Inglaterra: seja pela fama de mulherengo, pelo comportamento explosivo ou pela obsessão em gerar um herdeiro homem. Ele ascendeu ao trono em 1509 e, entre os marcos de seu reinado, está a criação da Igreja Anglicana e a cisão com a Igreja Católica.

      Movido por suas paixões e tentativas de gerar um herdeiro, Henrique VIII abalou as relações da Inglaterra com o catolicismo romano. Quando se apaixonou por Ana Bolena e quis deixar sua primeira esposa, Catarina de Aragão, o monarca entrou em um impasse com a Igreja Católica.

      Trocar de esposas, porém, acabou se tornando comum na vida do Rei. No total, ele foi casado com seis mulheres diferentes. Uma história repleta de intrigas que vale a pena conhecer. Das seis esposas, duas foram executadas a seu mando e outra, encarcerada. 



FONTE: https://mapadelondres.org/

FOBIAS - MEDO DE AGULHAS E DE INJEÇÕES




   Se você sente tontura, sua frio ou até chora quando vai tomar injeções ou tirar sangue, você não está sozinho. 8% dos entrevistados são acometidos por estas sensações, e 16% sentem apenas um incômodo.

   Às vezes, chamado de “Trypanophobia” ou simplesmente fobia de agulha, este medo foi apenas reconhecido como uma fobia em 1994. Desde então, algumas teorias foram apresentadas quanto à causa.

   Alguns pesquisadores defendem a ideia de estar ligada a herança genética, ligado ao medo de feridas de facadas que nossos antepassados experienciavam. O ambiente próprio das injeções por si só contribuem para a ansiedade.

FONTE: http://geekness.com.br

sábado, 20 de janeiro de 2018

OS MELHORES DIRETORES DO CINEMA - QUENTIN TARANTINO - PARTE 4




      Mais tarde Tarantino  anunciou continuidade para Kill Bill Vol. 2 e Inglorious Basterds, mas declarou em 2012 ter desistido destas ideias. No mesmo ano lançou Django Livre,  um faroeste que repetiu a parceria com Christoph Waltz. O lançamento nos Estados Unidos foi em 25 de dezembro de 2012, no Brasil foi lançado dia 18 de janeiro de 2013.

      Entre seus recentes créditos como produtor, estão o filme de terror O Albergue, que inclui referências a Pulp Fiction; a adaptação de Killshot, de Elmore Leonard; e Hell Ride escrito e dirigido pela estrela de Kill Bill, Larry Bishop.  

     FONTE: WIKIPEDIA

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O MUNDO EM 1918 - MORTE DA FAMÍLIA ROMANOV



      Em Yekaterinburg, na Rússia, o czar Nicolau II e a sua família foram executados em um dia como este, no ano de 1918, pelos bolcheviques - assim chamados os integrantes da facção do Partido Operário Social-Democrata Russo liderada por Vladimir Lênin -, fato que deu fim a três séculos de governo da Dinastia Romanov. Coroado em 1986, Nicolau não estava preparado para governar, o que não ajudava em nada a imensa vontade do povo por mudanças. O desastre veio quando a Guerra Russo-Japonesa levou à Revolução Russa de 1905, que somente acabou depois que Nicolau aprovou uma assembleia representativa, a Duma, e prometeu reformas constitucionais. Contudo, o czar repetidamente faltava com suas promessas e dissolveu a Duma quando sofria oposição, contribuindo para o crescimento do apoio aos bolcheviques e outros grupos revolucionários. Em 1914, Nicolau levou a Rússia para outra Guerra, a Primeira Guerra Mundial. O país não estava preparado para entrar no conflito, e o descontentamento cresceu com a falta de comida, com perdas militares e derrotas para os alemães.  

      Em março de 1917, a revolução eclodiu nas ruas de Petrogrado (atual São Petersburgo) e Nicolau foi forçado a abdicar do seu trono no final desse mês. Em novembro daquele ano, os radicais socialistas bolcheviques, liderados por Lênin, tomaram o poder na Rússia e formaram um governo provisório, que pediu a paz para as Potências Centrais na Primeira Guerra e estabeleceu o primeiro estado comunista do mundo. A guerra civil eclodiu na Rússia em junho de 1918, e em julho os "brancos", forças russas antibolcheviques, avançaram em Yekaterinburg, onde localizaram Nicolau e a sua família, durante uma campanha contra as forças bolcheviques. As autoridades locais receberam ordens para evitar um resgate dos Romanov, e, depois de uma reunião secreta, uma sentença de morte foi passada para a família imperial.

      No final da noite de 16 de julho, Nicolau, Alexandra, seus cinco filhos e quatro funcionários foram obrigados a se vestir de forma rápida e descer até o porão da casa em que estavam detidos. Lá, a família e os funcionários foram dispostos em duas fileiras para uma fotografia que, conforme havia sido falado, era tirada para acabar com os rumores de que eles teriam escapado. De repente, uma dúzia de homens armados invadiu o local e matou a família a tiros. Os restos mortais de Nicolau, Alexandra e de três de seus filhos foram escavados em uma floresta perto de Yekaterinburg, em 1991, e positivamente identificados dois anos depois, usando exames de DNA. O príncipe herdeiro Alexei e uma filha dos Romanov não foram contabilizados, alimentando a lenda de que Anastasia, a filha mais nova, teria sobrevivido. Das várias "Anastasias" que surgiram na Europa na década após a Revolução Russa, Anna Anderson, que morreu nos Estados Unidos, em 1984, foi a mais convincente. Em 1994, no entanto, os cientistas usaram DNA para provar que Anna Anderson não era a filha do czar, mas uma polonesa chamada Franziska Schanzkowska.

FONTE:  https://seuhistory.com/

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

REINO UNIDO LANÇA SELOS DE GAME OF THRONES



     O inverno está chegando para o serviço de cartas e postagens do Reino Unido. A The Royal Mail (o Correios de lá) anunciou uma nova série de selos do Game of Thrones.

     Isso significa que será possível postar qualquer encomenda, cartas ou até convites de casamento (quem tiver coragem) usando um selo com um dos personagens da série.

     A princípio são 15 selos com personagens das casas Stark, Targaryen, Lannister e Tyrell. Eles incluem Daenerys Targaryen, Jon Snow, Arya Stark, Cersei Lannister, Sansa Stark, Tywin Lannister, Eddard Stark, Olenna Tyrell, Tyrion Lannister e Jaime Lannister.

     Já os colecionáveis incluem o Rei da Noite, os Caminhantes Brancos, Lobisomens, Gigantes, Dragões e o Trono de Ferro.

FONTE: http://geekness.com.br/

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

PORTADOR DE DEFICIÊNCIA OU PESSOA COM DEFICIÊNCIA?



      Para o Professor Romeu Kazumi Sassaki (Sassaki, 2010). Usar ou não usar termos técnicos corretamente não é uma mera questão semântica ou sem importância, se desejamos falar ou escrever construtivamente, numa perspectiva inclusiva, sobre qualquer assunto de cunho humano. E a terminologia correta é especialmente importante quando abordamos assuntos tradicionalmente eivados de preconceitos, estigmas e estereótipos, como é o caso das deficiências que aproximadamente 14,5% da população brasileira possuem.

      Na Convenção Internacional para Proteção e Promoção dos Direitos e Dignidade das Pessoas com Deficiência, ficou decidido que o termo correto a ser utilizado seria “pessoas com deficiência”.

      No total, foram sete os motivos que levaram os movimentos a terem chegado a expressão “pessoas com deficiência”. Entre eles: não esconder ou camuflar a deficiência, mostrar com dignidade a realidade e valorizar as diferenças e necessidades decorrentes da deficiência.

     Outro princípio utilizado para embasar a escolha é defender a igualdade entre as pessoas com deficiência e as demais em termos de direitos e dignidade, o que exige a equiparação de oportunidades atendendo às diferenças individuais.

     Sassaki também chamou atenção para combater neologismos que tentam diluir as diferenças tais como “pessoas especiais” ou “pessoas com eficiências diferentes.  “A razão disto reside no fato de que a cada época são utilizados termos cujo significado seja compatível com os valores vigentes em cada sociedade enquanto esta evoluiu em seu relacionamento com as pessoas que possuem este ou aquele tipo de deficiência” (Sassaki, 2010), explica.

      Para o Professor, a condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa e esta pessoa não porta sua deficiência. Ela tem uma deficiência. Tanto o verbo “portar” como o substantivo ou o adjetivo “portadora” não se aplicam a uma condição inata ou adquirida que faz parte da pessoa.

FONTE: https://www.tendenciainclusiva.com.br/

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

FOBIAS - MEDO DE COBRA



   Em segundo lugar estão as cobras, que deixam 21% das pessoas com muito medo e 31% com pouco.

   Para alguns, não há maior terror do que ver um desses répteis se arrastando pelo chão. Conhecida como “Ophidiophobia”, esta fobia é um pouco irracional, porque a maioria das cobras são completamente inofensivas.

   Pesquisas sugerem que os bebês têm um medo inato de cobras quando nascem, o que significa que é um estado da natureza. Apesar do caráter inofensivo das cobras, o medo pode ser um instinto de sobrevivência fixado nos humanos.

FONTE: http://geekness.com.br

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

OS MELHORES DIRETORES DO CINEMA - QUENTIN TARANTINO - PARTE 3



   O filme seguinte de Tarantino foi Jackie Brown (1997), uma adaptação de Rum Punch, um romance de seu mentor Elmore Leonard.   Tarantino decidiu, então, produzir o filme Bastardos Inglórios. No entanto, ele adiou o projeto para escrever e dirigir Kill Bill, lançado em duas partes, Vol. 1 e Vol. 2, um filme estiloso, com temática de vingança, filmado com a influência do Wuxia (filmes chineses de artes marciais), filmes japoneses, filmes de faroeste e filmes de terror italianos.  O filme é baseado numa personagem chamada A Noiva, que Tarantino criou conjuntamente com a atriz principal deste filme, Uma Thurman, durante as filmagens de Pulp Fiction.

      Em 2004 Tarantino voltou a Cannes no papel de presidente do júri. Kill Bill não estava concorrendo, mas foi exibido na noite de encerramento, na sua versão original, com mais de três horas de duração. 

      Em 24 de fevereiro de 2005 foi anunciado que Tarantino dirigiria o episódio final da série CSI. O episódio de duas horas, Grave Danger, foi ao ar em 19 de maio, com audiência recorde e sucesso nas críticas.

      FONTE: WIKIPEDIA