quarta-feira, 9 de agosto de 2017

FAMOSOS INUSITADOS



Princesa Diana dançando com o ator John Travolta durante um baile na Casa Branca, em 1985.

sábado, 5 de agosto de 2017

FAMOSOS INUSITADOS




A cantora Janis Joplin durante o Festival de Woodstock, em 1969, um ano antes da sua morte.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A HISTÓRIA POR TRÁS DA FOTO




      Com o cabelo bagunçado, o bigode grosso e olhos bem abertos olhando diretamente para a câmera, Albert Einstein põe a língua para fora sentado no banco traseiro de um carro. Trata-se de uma das imagens mais famosas e irreverentes do físico alemão, leiloada na última semana por US$ 125 mil (cerca de R$ 393 mil), em Los Angeles, nos Estados Unidos.

      A fotografia que revela o lado bem-humorado do criador da Teoria da Relatividade foi tirada em 1951 por Arthur Sasse, fotógrafo da agência de notícias United Press International (UPI).

      O cientista acabava de sair do Princeton Club, espaço social da universidade americana de mesmo nome, onde havia celebrado seu aniversário de 72 anos. Estava acompanhado por Frank Aydelotte, diretor do Instituto de Estudos Avançados dos Estados Unidos, onde Einstein trabalhava, e pela esposa do diretor, Marie Jeanette.

      O escritor francês Fred Jerome conta em seu livro The Einstein Files que o cientista posou pacientemente para os fotógrafos à sua espera na porta do clube.

      Após a sessão, quando o prêmio Nobel de Física em 1921 se preparava para partir, Sasse se aproximou dele e pediu um sorriso para tirar a fotografia. Seja por cansaço ou farto da perseguição dos repórteres, conta Jerome, Einstein colocou a língua para fora, e Sasse foi suficientemente rápido para capturar o gesto.

      Os editores da agência chegaram a hesitar em publicar a imagem, por receio de ofender o cientista, mas ela acabou sendo veiculada. Einstein não se importou e, na verdade, gostou tanto dela que produziu cópias - cortada para excluir seus acompanhantes - para dá-las autografadas a amigos.

FONTE: http://www.msn.com

quinta-feira, 27 de julho de 2017

SÍNDROME DE LÁZARO





      Em 1982, um fenômeno perturbador foi relatado pela primeira vez na literatura médica. Alguns pacientes declarados clinicamente mortos voltaram à vida após vários minutos (ou até horas) mesmo tendo sido submetidos a uma ressuscitação torácica fracassada. Desde então, foram noticiados mais de 38 casos do que ficou conhecido como a Síndrome de Lázaro.

      Embora seja difícil estudar os detalhes desse fenômeno, os pesquisadores trabalham com duas hipóteses para explicá-lo. A primeira estaria relacionada à baixa perícia médica com que eram feitas algumas ressuscitações cardiovasculares, o que poderia causar uma pressão no tórax que suprime o batimento cardíaco até a área ser gradualmente descomprimida. A segunda teria a ver com a hipercaliemia, altas acumulações de potássio que poderiam retardar o reinício da circulação sanguínea.

      Um dos casos mais impressionantes da síndrome foi registrado no Mississippi, nos EUA, em 2014. Um homem de 78 anos foi declarado morto após ser encontrado sem pulso e acordou, no dia seguinte, em um saco de cadáver. 

FONTE: https://seuhistory.com/

quarta-feira, 26 de julho de 2017

FAMOSOS INUSITADOS





De sunga, Arnold Schwarzenegger caminha pelas ruas de Munique, na Alemanha, em 1967.

terça-feira, 25 de julho de 2017

FALANDO DE INCLUSÃO - FAZ DIFERENÇA QUAL TERMO USAR?






      A Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (2006) elegeu a atual nomenclatura que norteia o universo da Inclusão quando o tema é deficiência. Sempre que apresento em alguma palestra quais os termos apropriados para nos referirmos às pessoas com deficiência, ouço, entre outras coisas, a seguinte afirmação: "mas isso muda o tempo todo...". Ou ainda: “nem adianta decorar, pois logo já vai mudar”...



      Entendo e até concordo em parte com estas afirmações. Realmente, os termos e as nomenclaturas já mudaram muito nas últimas décadas. Exemplo disso, é o termo “pessoa com Síndrome de Down”, que já foi “mongoloide”, “retardado”, “excepcional” e “especial”. Porém, achar que por conta dessas mudanças não devemos buscar toda a atualização possível, acho um equívoco. Sim, é preciso estudar e conhecer o termo em uso, mesmo que ele mude a cada dois anos. É o mínimo que se espera de um bom profissional, seja ele da educação, da saúde ou de qualquer outra área que trabalhe com o universo da deficiência. Mas, será que estas mudanças na nomenclatura são pertinentes? Será que faz alguma diferença a maneira pela qual vamos chamar o indivíduo que possui algum tipo de deficiência? Ou ainda, o que vai acontecer se continuamos usando termos inadequados para nos referirmos às PCDs?



      Acredito que esta resposta esteja profundamente vinculada ao nosso contexto social, histórico e comportamental. Durante 20 anos, o Brasil viveu mergulhado num regime ditatorial que, tal como um polvo gigante, sufocou a liberdade de opinião e de expressão. Ainda que houvesse uma ferrenha resistência por parte de setores culturais e políticos da sociedade aos efeitos da ditadura, é nítido que os anos de chumbo significaram um período conturbado onde muitos gritos foram contidos. Logo após, com a abertura política nos anos 80, começamos a provar de uma liberdade ímpar que em cinco anos levou-nos até os anos 90. Aí sim, tudo era permitido. Não raro, vemos postagens nas redes sociais relembrando programas de TV dos anos 90, onde tudo era possível, desde “sushi erótico” até mulheres e homens excitados numa competição numa banheira em frente às câmeras. Piadas satirizando negros, gays e pessoas com deficiência e enaltecendo o padrão normativo da sociedade fizeram parte da conturbada enxurrada de informações a que ficamos expostos. E pior: expostos, e sem espaço para questionarmos aonde aquilo tudo iria parar. Foi então que nos últimos anos surgiu um termo tão polêmico quanto necessário e que divide opiniões: o “politicamente correto”. Chamar alguém de preto, de viado ou valorizar atitudes machistas que inferiorizem um gênero em prol de outro passou a ser inaceitável nos últimos anos, ainda que saibamos que os efeitos desse “politicamente correto” só poderá se fazer sentir com mais intensidade num futuro talvez nem tão próximo.



      Quando minha avó nasceu, há cem anos atrás, a abolição da escravatura tinha sido proclamada fazia apenas três décadas, o que é um tempo muito curto dentro de uma perspectiva histórica. Meus avós conheceram um mundo onde as mazelas da escravidão ainda eram muito presentes e onde negros não eram sinônimos de gente, mas sim, de mão de obra desprovida de alma e de sentimentos. Todavia, os conceitos e preconceitos que embasaram o mundo onde meus avós viviam não mudaram muito no último século, de forma que as diferenças de oportunidades e de possibilidades para um negro e para um branco em aspectos como educação e trabalho, infelizmente, ainda são gritantes. Chamar um negro de “macaco” num estádio de futebol ou numa rede social é crime. Dizer que uma mulher foi estuprada porque provocou os estupradores com suas roupas curtas é no mínimo inaceitável. Desta forma, uma avalanche de novos conceitos cada vez mais faz-se presente nos nossos dias, promovendo reflexões e tentando desfazer as amarras às quais mostrávamos presos. Palavras não são apenas palavras, mas sim, pedaços de significados que usamos para expressar nossas ideias, sentimentos e atitudes. Sendo assim, acredito que o politicamente correto – ainda que muitos o critiquem alegando ser ele uma espécie de censura – encontra papel justificável na nossa sociedade. Entender que as mudanças de termos e de nomenclaturas vão muito além do simples uso de expressões da nossa língua, é necessário e até imprescindível, uma vez que ajudam a construir novos conceitos e a destruir preconceitos solidificados por décadas, séculos e gerações.


por Cris

tiano Refosco

domingo, 23 de julho de 2017

FAMOSOS INUSITADOS





Albert e Elsa Einstein entre os membros da tribo Hopi, em 1931, na região do Grand Canyon, nos Estados Unidos.

sábado, 22 de julho de 2017

ORIGEM DO BIG BEN




      Muitas pessoas acreditam que Big Ben é nome do palácio onde ficam as duas Casas do Parlamento do Reino Unido. Só que, diferente do que pensa a maioria, essa definição se refere ao apelido dado ao sino de 14 toneladas que fica dentro da Elizabeth Tower — nome oficial da torre que abriga o relógio mais famoso do Velho Continente. 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

UMA DAS PIORES NOVELAS DE TODOS OS TEMPOS... OU TERIA SIDO A PIOR?


      A Globo tinha apenas dois anos quando exibiu a novela mais desastrosa da história da TV: Anastácia, a Mulher Sem Destino. A trama estreou em 28 de junho de 1967 e tentou contar a trajetória de uma moça pobre que se descobria filha de um czar russo. Porém, o rumo de Anastácia e dos outros personagens se tornou tão confuso e preocupante que a emissora teve que tomar as medidas mais drásticas possíveis para tentar salvar a novela de um fracasso completo.



      Pela trama rocambolesca e distante da realidade brasileira, a produção já começou mal: Anastácia (Leila Diniz) descobria sua herança real e se refugiava em uma ilha vulcânica nas Antilhas para esconder sua identidade.



      Diante das reclamações dos telespectadores, a Globo pediu socorro a Janete Clair, autora já consagrada na Tupi. Ela inventou uma solução radical: matou mais de 100 personagens em um terremoto. A história avançou 20 anos e recomeçou com apenas sete personagens. O público aceitou melhor a trama, e Janete virou estrela da teledramaturgia da Globo.

      "Anastácia foi importante exatamente por mostrar a flexibilidade do gênero. Janete Clair, com imenso talento para o folhetim, conseguiu salvar a novela", opina o autor e especialista em teledramaturgia Mauro Alencar. Mas, segundo a história televisiva, essa foi a pior novela de todos os tempos.